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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Renault lança Latitude e vai fabricar Duster na Rússia















A Renault revelou nesta quarta-feira, 25 de agosto, suas principais novidades para o Salão de Moscou e os planos para o mercado russo no ano que vem.

A principal atração da marca na mostra será o Latitude, sedã concebido em parceria com a sul-coreana Samsung Motors e que recheado com vários itens de segmentos superiores. A lista de equipamentos inclui bancos com massageadores, faróis com iluminação bi-xenon, ar-condicionado digital com três zonas de regulagem de temperatura e odorizador, sistema de navegação por satélite (GPS) e câmera traseira.

O carro terá duas opções de motorização, incluindo um motor 2.5 V6 de 179 cv, equipado com uma transmissão automática de seis velocidades. O Latitude será vendido a partir de setembro de 2010 no Marrocos e na Argélia, sendo que o mercado russo receberá o carro logo em seguida.
A Renault também anunciou que vai produzir os modelos Fluence, Mégane hatch e o utilitário esportivo Duster na Rússia, sendo este último em regime de CKD (ou Completely Knocked Down, em inglês). Por fim, o sedã Logan e o hatchback Sandero, que já são vendidos naquele país, ganharão a opção de transmissão automática.

MINI inaugura segunda revenda em SP


Uma grande festa para convidados marcou a inauguração da segunda concessionária da MINI em São Paulo (SP). A MINI Autostar está localizada na Avenida das Nações Unidas e faz parte de um grupo que já conta com revendas de outras marcas, como BMW, Land Rover, Volvo e Kia Motors.

As fotos publicadas na página oficial da MINI no Facebook (clique aqui para acessar) mostram que a loja segue o padrão visual da primeira concessionária da marca, inaugurada pela Caltabiano em 2009. A entrada da loja tem uma decoração que remete às pistas de corrida, com direito a chicanes e linha de chegada

Brasil vira maior importador Porsche da América Latina


A Stuttgart Sportcar, representante oficial da Porsche no Brasil, anunciou que o país encerrou o ano fiscal 2009/2010 como maior importador da marca na América Latina.

Segundo a empresa, foram vendidas 752 unidades entre julho de 2009 e julho de 2010, consolidando o potencial do mercado brasileiro. Vale ressaltar que, no ano passado, o Brasil já havia superado o México em número de veículos vendidos entre os países latino-americanos.

O Brasil, inclusive, superou a soma das vendas realizadas pelos importadores de México (405 unidades), Chile (208 unidades) e Argentina e Uruguai (109 veículos) no ano fiscal.

No total, a América Latina comercializou 2.043 unidades de modelos Porsche, sendo o mercado emergente de crescimento mais rápido no mundo. O Cayenne continua como o modelo mais vendido, seguido pelo 911 e o Panamera.

Chevrolet vai mostrar minivan Orlando em Paris



A Chevrolet vai apresentar no Salão de Paris a versão definitiva da minivan de 7 lugares Orlando, que apareceu como protótipo na edição de 2008 do salão na capital francesa.

O veículo é parte do plano da montadora para aumentar as vendas na Europa. A ideia de comercializar a minivan nos Estados Unidos ficou para depois, segundo reportagem do site Auto News.

“A Orlando é o pontapé inicial de um programa ambicioso de sete lançamentos na Europa nos próximos 15 meses”, disse Wayne Brannon, chefe da Chevrolet europeia.



Apesar das vendas da montadora terem caído 4,7% no primeiro semestre do ano, a minivan, baseada no Cruze, será o primeiro veículo do segmento na Europa e a expectativa é grande.

“Estamos confiantes que a Orlando não só irá trazer um grande valor em dinheiro, como também algo de novo no segmento”, salientou Brannon.

A minivan será oferecida na Europa com um motor 1.8 a gasolina, que oferece 141 cv, e dois a diesel, que geram 131 cv e 163 cv de potência.

Nova versão da VW Amarok chega ao Brasil


No início de setembro a Volkswagen inicia as vendas de uma nova versão da picape Amarok, a Trendline, também cabine dupla, que se junta a Highline para compor a linha de modelos importados da Argentina.

Com preços a partir de R$ 102.990, a versão Trendline traz novo pacote de itens externos pintados na cor da carroceria, como retrovisores, maçanetas, para-choque dianteiro e moldura das caixas de rodas. Ainda no acabamento externo, os frisos são cromados, as rodas têm aro 17 e o para-choque traseiro é self-color, que mistura o preto com a cor doa picape.

De itens de série, a Amarok Trendline vem equipada com direção hidráulica, ar-condicionado, piloto automático, espelho retrovisor com acionamento elétrico, sistema de som MP3 com quatro alto-falantes, dois tweteer e entrada para cartão SD.

Ainda por dentro, os bancos dianteiros têm ajuste de altura e os painéis da porta receberam aplicações em tecido. A versão Trendline ainda traz apoio central para o braço e quadro de instrumentos cromado.

A nova versão ainda pode receber um pacote de opcionais, como acabamento em couro para bancos, volante, câmbio e portas, som com disqueteira para 6 CDs e tela touch e controle de estabilidade (ESP).

De motor, a versão Trendline, também com sistema 4WD, vai oferecer o mesmo já usado na Highline: 2.0 TDI com quatro cilindros e 16V, que gera 163 cv de potência e 40,8 kgfm de torque a 1.750 rpm.

Lançamento ix35


No ano passado, a Hyundai, que já vendia muito bem o Tucson, lançou o ix35, um veículo polivalente: bom para as aventuras fora da estrada, mas também confortável para o asfalto. Agora a Kia, que faz parte do mesmo grupo, estreia o novo Sportage, dentro do mesmo espírito multiúso. Com os mesmos 4,40 metros e a mesma base mecânica do ix35, por aqui o modelo renovado deve desembarcar em setembro deste ano, antes mesmo do Salão do Automóvel de São Paulo.

Além do nome, o sucessor pouco tem do “velho” Sportage, mais convencional quando o assunto é estilo. Os primeiros traços do novo Sportage foram revelados no protótipo, o Kue, apresentado no Salão de Detroit, em 2007. “Queríamos fazer um carro que tivesse o DNA dos novos carros da nossa marca, como a nova grade frontal, e também espírito jovem, com um novo perfil, que remete a um cupê esportivo”, afirma o italiano Massimo Frascella, um dos gerentes de projeto da Kia. Segundo ele, isso foi obtido com vidros traseiros mais estreitos e contornos mais radicais. Além do efeito estético, com as alterações houve um ganho na aerodinâmica: agora o Cx é de 0,37 – ante 0,40 do anterior. Na sua nova pele, o Sportage simplesmente disse “annyong-hi kashipshio,” ou seja, “adeus”, em coreano, ao estilo caixote, meio brutalhão. O jipe fez tudo para virar um crossover.

A metamorfose se deu sob os olhos e as mãos de Peter Schreyer. Hoje ele é o cérebro por trás da revolução que transformou a imagem dos Kia em modelos mais insinuantes. Schreyer trouxe mais do que credenciais da Audi. Um exemplo? Os leds que contornam os faróis dianteiros do Sportage servem para melhorar a visibilidade, mas também como uma bela identificação visual para marcar o novo estilo da Kia.

Quando entro no carro estacionado diante da sede da empresa, em Seul, descubro outra virtude neste coreano: o Sportage ficou maior. Na ponta do lápis, ganhou 9 cm de comprimento, 6 cm de altura, 1,5 cm de largura e 1 cm a mais de entre-eixos. Há bom espaço para guardar objetos no porta-luvas (refrigerado na versão avaliada), no porta-trecos do console central e nas portas dianteiras. No porta-malas cabem 564 litros, ou 1353 com o banco de trás rebatido.

Concessões em acabamento e qualidade dos materiais nos novos Kia parecem ser coisa do passado. O volante é revestido de couro e abriga os comandos de rádio. Ar-condicionado e seis airbags são de série e o CD player tem entrada USB e para iPod. Nada parece ter sido instalado sem que fosse pensado cuidadosamente. E isso resultou em pontos como o bonito conjunto de velocímetro, conta-giros e medidores de tem peratura do motor e pressão do óleo. Na versão avaliada, as portas tinham revestimento plástico laranja de boa qualidade, no mesmo tom da costura dos bancos, e deram um toque divertido ao interior. “No começo, ficou claro que teríamos de fazer algo mais que um carro prático”, diz Ralph Kluge, diretor da equipe que desenhou o interior do novo Sportage.

Alerta de pedestre
Há ainda novidades eletrônicas como um detector de pedestre – se um deles aparecer diante do carro, é disparado um sinal que alerta para o risco de atropelamento. Outro item de segurança são duas câmeras que ampliam o campo de visão do motorista para 180 graus. Para entrar no carro, basta que a chave (na verdade, um pequeno transponder) esteja no bolso. Para ligar o motor, é só apertar o botão “Start” no painel. Trata-se do novo 2.0 LR diesel que Kia e Hyundai desenvolveram juntas e que aposenta o 2.7 V6, que equipava os Sportage. O principal objetivo com a adoção desse motor de 136 cv foi fazer o coreano andar mais e beber menos. Apesar de maior, o novo Sportage emagreceu 91 kg. O novo motor também contribuiu com esse alívio, graças a um bloco de alumínio, que conta com turbo de geometria variável. Com torque de 32 mkgf a 1 800 rpm, nem é preciso pisar fundo no acelerador para ter uma boa sensação. No 0 a 100 km/h, agora ele crava 10,8 segundos e chega a 182 km/h. Há também um 2.0 a gasolina com 161 cv e torque de 19,5 mkgf a 4 500 rpm. Nos próximos meses, chega um 1.7 diesel de 115 cv e um 1.6 gasolina de 140 cv.

A suspensão traseira foi redesenhada e proporciona um comportamento mais esportivo que confortável. O câmbio automático tem seis marchas e permite trocas manuais. Estreante, a direção elétrica ajudou a mantê-lo esperto nas ruas. Com 17,2 cm de altura livre do solo e números razoáveis para um fora de estrada (22,7 graus de ângulo de entrada, 28,2 graus de saída, 44 graus de inclinação de rampas e controles eletrônicos para mantê-lo estável em ladeiras), ele joga bem sua carta de polivalente. Ficará ainda mais intrépido no segundo semestre, com a versão 4x4.

Estilo moderno, materiais de mais qualidade, sete anos ou 150 000 km de garantia (na Europa): eis a receita para o Sportage buscar seu lugar ao sol em um segmento que está entre os que mais crescem. Só resta esperar que a Kia não perca a tradição de preços competitivos. Desse conflito coreano, ninguém tem medo. Ao contrário, todos estão ansiosos por ele.